Projeções após 27ª rodada mostram CSA na Série A com 63 pontos e CRB na Série B com 40

 |  quinta, 20 setembro 2018 00:00

As projeções matemáticas são uma ferramenta bastante utilizada na reta decisiva do Campeonato Brasileiro da Série B. Uma das alternativas para projetar a quantidade de pontos necessários para acesso ou para rebaixamento é construída em cima do percentual de aproveitamento dos clubes.

Esta projeção é variável em função do aproveitamento dos clubes ao final de cada rodada, isso significa que a cada rodada, o aproveitamento dos times do G4 abaixam ou diminuem o número de pontos.

Com a 27 rodada fechada para atingir o acesso, o clube que ocupa a 4ª colocação tem um aproveitamento de 55,6%. Para o final da rodada, a projeção é de 63 pontos. Já em relação a rebaixamento, o aproveitamento para permanecer na Série B seria de 35,8% projetando – que neste cenário – com 40 pontos o time permaneceria.

É importante ressaltar que os números de mais segurança são os tradicionais números de 64 pontos para acesso e 45 para permanência.

CENÁRIO

Dentro dos números de segurança – 64 e 45 -, o CSA somando 46 pontos precisaria somar 18 pontos para atingir os 64. Restando onze rodadas e 33 pontos para disputar, o CSA precisaria fazer 54,5% dos pontos que disputar. Rigorosamente, o CSA estaria a seis vitórias do acesso para Série A nos onze jogos que vai disputar.

Já também dentro do número de 45 pontos, o CRB que possuí 29 somados, precisa somar mais 16 pontos. Nos onze jogos que restam e com 33 pontos a disputar, o time regatiano precisaria de seis vitórias ou cinco vitórias e um empate. O CRB precisaria ter um aproveitamento de 48,8% dos pontos disputados.

Sensação ruim danada

 |  sábado, 15 setembro 2018 00:00

Havia confidenciado a algumas pessoas mais próximas ao deixar o Rei Pelé no último jogo do CRB em casa, que a minha sensação foi de que estava vendo um time rebaixado. Compartilhei este sentimento no grupo de whatsapp CRB ZAP oficial.

Após o jogo diante do Brasil de Pelotas, a sensação foi ampliada. Não vejo forças no time do CRB para se livrar do rebaixamento.

É claro que esta é uma sensação mas este sentimento não é algo desejado por mim. Este sentimento é algo passado pelo time do CRB.

São 27 rodadas passadas com o CRB frequentando a zona de rebaixamento em várias destas rodadas e sem apresentar um futebol que possamos dizer que inspire confiança para o torcedor.

Tirando Mazola Júnior que teve apenas um jogo, Doriva e Júnior Rocha já experimentaram tudo e todos os jogadores disponíveis no elenco. Claramente – sem nenhuma dúvida na minha avaliação – o problema é de elenco, qualidade, momento técnico.

Não acredito que este grupo possa tirar o CRB deste momento de tanta dificuldade. Restam onze jogos e o número de segurança continua sendo 45 pontos. Mas com o aproveitamento tão baixo das equipes que brigam por rebaixamento, ao final desta rodada, o número de pontos para não cair é de 40. Isso mesmo, 40 pontos. E mesmo assim, o CRB não inspira confiança.

São 33 pontos em disputa e o CRB precisará somar 16, com cinco vitórias e um empate. Mesmo assim, com algo completamente possível de ser atingido no aspecto numérico, quantos torcedores tem a confiança que este número será atingido.

Só um passe de mágica poderia mudar o status de angústia do torcedor do CRB. Será que aquele regatiano apaixonado terá que ir até o final da Série B nesta angustia?

Ou antes da competição findar teremos uma definição de permanência ou rebaixamento?

Torcedor pode tudo em nome de sua paixão?

 |  segunda, 13 agosto 2018 00:00

O torcedor do CRB atravessa um dos momentos mais complicados dos últimos anos. A equipe não se encontrou na Série B e se encaminha para um rebaixamento para Série C do Campeonato Brasileiro.

No entanto, o pacote de insatisfação é bem maior. O time perdeu um tetracampeonato, tido como certo para o CSA e agora ainda está tendo que 'conviver' com o próprio rival nadando na parte de cima da tabela e brigando por acesso a Série A.

Tudo isso leva o torcedor a explodir, mostrando sua insatisfação em vários momentos e por diversos canais.

A utilização das redes sociais e fator de impessoalidade tem feito com que o torcedor passe dos limites. O fato acontecido no final de semana envolvendo o volante Feijão e o presidente do clube, Marcos Barbosa, são exemplos clássicos disto.

O torcedor é o maior patrimônio do clube, tem todo direito de estar chateado, mas não tem o direito de ir nas redes sociais de jogadores ou de dirigentes e ser desrespeitoso, ofendendo-os e transformando a sua ira em algo pessoal. 

Quando o torcedor ofende o jogador dá o direito que o jogador possa responder a altura. Feijão respondeu em um tom forte mas porque foi provocado a isso. Ninguém, independente de render em campo ou não, ninguém que possa ser culpado ou não, pode ser desrespeitado em um espaço que é seu, particular, pessoal, mesmo sendo uma pessoa pública.

O torcedor que xingar um jogador e ouvir do jogador: desculpe, estou errado, você pode me chamar de barqueiro, pinguço, ladrão, pipoqueiro, corno, safado, qualquer xingamento e por ser 'torcedor' , o individuo tem um 'habeas corpus' para desferir sua raiva.

Se o jogador responder, der o dedo, passar a mão na barba, como se fala do zaguieiro Flávio Boaventura ou até mesmo sorrir, o torcedor acha que o atleta está pecando contra a 'Santissima Trindade' pois o torcedor é intocável, ele pode xingar, ofender, esbravejar, mas não pode ter uma resposta a altura.

Acho que isto está errado. O torcedor não pode tudo, não tem o direito ou se quer fazer, se quer xingar, se quer agredir se prepare para a resposta, que poderá vir com deboche, no mesmo tom ou em um tom mais alto.

Feijão deixou uma mensagem de felicidade para o dia dos pais. Marcos Barbosa foi ofendido e até xingado que não tem 'moral nem para os filhos'. O torcedor tem o direito de avaliar a criação ou a forma do presidente do clube se relacionar com os filhos?

Fica o questionamento, porque meus pais já diziam: 'o que você não quer para si, não dá aos outros'. Dentro deste raciocínio, a agressão feita merece uma resporta a altura.

Torcedor não pode tudo.

Quando um planejamento respeitará o torcedor?

 |  domingo, 10 junho 2018 00:00

Planejamento é uma palavra que significa o ato ou efeito de planejar, criar um plano para otimizar o alcance de um determinado objetivo.

Infelizmente o significado desta palavra parece não ter chegado ao entendimento do comando da Polícia Militar no jogo entre CSA x CRB.

Após o jogo o ‘planejamento’ posto em prática pela PM expos torcedores do CRB a uma situação que beirou o absurdo, o desrespeito, a indignação. Empurrados como o gado é levado para o abatedouro, os torcedores do CRB foram obrigados a deixar o Rei Pelé pela saída que fica do lado do placar eletrônico, sendo conduzidos de volta para a Av. Siqueira Campos, onde encontrariam torcedores do CSA, que mesmo após quase cinqueta minutos não haviam sido dispersados por completo.

Neste trajeto, sob a contestação de alguns torcedores, a resposta da PM veio através de empurrões e utilização de spray de pimenta, até mesmo em crianças. A lógica indica que a saída precisa ser rápida e por caminhos mais fáceis. Com a saída pelo lado contrário – lado onde existe a rampa de acesso - , daria a alguns torcedores a condição de apenas entrar no estacionamento do estádio para pegarem seus veículos ou mesmo se deslocassem para o ponto de ônibus onde esperariam os coletivos.

Mas os torcedores fizeram toda a volta no estádio saindo pela Cabo Reis e chegando na Siqueira Campos, na esquina do Bar do Carlão onde houve encontro com torcedores do CSA. Após quase uma hora do fim do jogo ainda ouvimos o barulho de bombas no lado de fora do Rei Pelé.

Revolta, desespero, insegurança foram algumas das sensações passadas por pais com seus filhos, por anônimos, por pessoas conhecidas, enfim, pelo grosso da torcida do CRB, que incrédula com o tosco planejamento se viram quase que entregues ao confronto com a torcida azulina.

Não é possível descrever em palavras a sensação vivenciada por muitos, porque o sentimento é próprio de quem viveu momentos angustiantes. A revolta foi expressada por alguns que usaram as redes sociais para denunciar o absurdo planejamento.

E os outros tantos que não conseguiram se expressar? Ou ainda aqueles que passaram a repensar o retorno para um outro jogo após o sufoco enfrentado?

Definitivamente não existe um plano de ação traçado, executado e até mesmo uma repetição de modelos que já foram usados – com sucesso – em outros clássicos, como os dois clássicos da decisão do título estadual. A cada jogo, a mudança do comando da partida traz ideias, padrões, modo operandi, completamente diferente.

A única coisa que não muda é o desrespeito com o torcedor. Também não muda a sensação que o torcedor é tratado como ‘maloqueiro’ em uma vala comum que beira o absurdo.

Talvez o desabafo através de um texto, a cobrança de uma atuação condizente com a grandeza e a importância na Polícia Militar não sirvam para amenizar o momento de desespero, angustia, incerteza e insegurança vivido por tantos, mas é preciso levar a todos os envolvidos que a estratégia, o planejamento utilizado pela PM para a saída do torcedor do CRB causou em muitos momentos nunca vividos ao longo de tanto tempo de acompanhamento do futebol.

É preciso realmente planejar, é preciso criar um padrão de ação, é preciso que o torcedor sinta-se abraçado, tenha a sensação de segurança ao final de um jogo relativamente tranquilo.

É preciso que a PM não seja refém de pensamentos individuais, de uma estratégia equivocada e que exista uma maleabilidade de evacuar a torcida no mais curto intervalo de tempo e pelo caminho de menor risco.

A estratégia utilizada pela PM voltou a afastar um sem número de torcedores do próximos jogos, voltou a fazer torcedores repensarem se vale a pena ir a um estádio de futebol, levou pais que não levaram seus filhos ao campo explicar a decisão a filhos que ficaram frustrados em não ver o seu time.

Se no planejamento da PM tudo isso estava englobado, parabéns, vocês conseguiram o que queriam. Se o pensamento não era esse, revejam os erros, admitam o equívoco e peçam desculpas pelo desserviço prestado aqueles que deveriam ser protegidos.

CRB foi melhor mas a impressão é que o CSA ficou mais próximo da vitória

 |  domingo, 10 junho 2018 00:00

O primeiro clássico entre CSA e CRB não foi um jogo bom tecnicamente. As duas equipes jogaram com o objetivo de não perder e por isso tiveram dificuldade em construir o jogo ofensivamente.

Os números do jogo foram favoráveis ao CRB, mesmo o desenrolar da partida mostrando um CSA mais próximo da vitória. Isto porque o Galo apresentou mais volume, mas não tinha objetividade. Por outro lado, o CSA jogava de forma reativa, tinha menos posse, mas acabou sendo mais objetivo.

Ao longo dos noventa minutos, o CRB teve 52,3% de posse de bola, conta 47,7% do CSA.

O número de passes reforçou a característica do CRB em ser a equipe em toda a Série B que troca mais passes. Ao longo do jogo, o Brasil trocou 282 passes com 87% de acerto contra 183 passes dados do Alagoano com acerto de 81%.

Até mesmo nas finalizações, o CRB também levou vantagem. Foram três finalizações certas para cada um, sendo que o CSA finalizou nove vezes contra oito vezes do CRB.

O lance com a maior sensação de gol foi do CSA com Walter colocando uma bola na trave. O destaque individual do CSA - e do jogo, foi o atacante Niltinho. Edson Ratinho foi o jogador mais efetivo do CRB, sendo o jogador com mais posse de bola (15,37%) e com mais passes certos (43). Mas com um jogo tão tático, Edinho pelo CSA e Claudinei pelo CRB, também asseguram um lugar de destaque na partida.

Ao final da rodada da Série B, o CSA fincou sua posição no G4, mantendo o segundo lugar e seguindo de maneira progressiva para o seu primeiro objetivo: chegar aos 45 pontos e assegurar sua participação na Série B. Com 19 pontos em 30 que disputou, o time azulino crava um aproveitamento de 63,3%. Para a meta traçada restam somar 26 pontos.

Nesta relação, a situação do CRB é muito mais complicada. Disputando os mesmos 30 pontos, o CRB só somou oito pontos, o percentual é de 26,7%. A diferença para o objetivo de permanecer na Série B é de ainda buscar 37 pontos. Sem contar que o CRB segue na zona de rebaixamento.

Desculpa Neto, eu perdi uma ótima oportunidade

 |  segunda, 04 junho 2018 00:00

Nós jornalistas também erramos.  Escrevi um post cobrando uma atitude em relação a uma declaração do atacante Neto Baiano.

O atacante não deu nenhuma declaração sobre o assunto que tratei no post ‘A oportunidade perdida por Neto Baiano”.

Ele não falou que existiriam jogadores ‘que não mereciam vestir a camisa do CRB” ou que existiam ‘jogadores sem comprometimento’.

A informação surgiu em uma conversa no vestiário do CRB entre setoristas do clube. O repórter Paulo Lira, integrante da equipe CBN/Correio não ouviu Neto no começo da entrevista, mas ao chegar no vestiário foi informado que o jogador havia falado tudo isso.

Um caso clássico de uma brincadeira ou de uma má intenção de um profissional de imprensa, que foi repassada por uma repórter da equipe que trabalho e que pela gravidade do assunto me fez comentar na rádio e escrever no site.

Ontem após publicar o post cheguei a ser indagado por um torcedor do CRB que afirmou que não tinha ouvido Neto falar sobre o assunto.

Devo desculpas a Neto Baiano por ter citado algo que ele não falou e no mesmo espaço que usei para cobrar dele uma atitude, uso para pedir desculpas em cima de algo que rigorosamente não foi falado.

A oportunidade perdida por Neto Baiano

 |  domingo, 03 junho 2018 00:00

Nos últimos anos, Neto Baiano tem se constituído como o principal atacante do CRB. Este status se dá seja pela entrega, seja pelos gols marcados, alguns deles decisivos ou pelos posicionamentos em favor do clube.

Não seria exagero dizer que Neto Baiano criou uma liderança junto ao clube e algo próximo de uma idolatria junto ao torcedor do Galo.

No jogo contra o Brasil de Pelotas, o Neto Baiano perdeu uma grande oportunidade...

A oportunidade desperdiçada não foi dentro de campo e sim, fora dele. No fim de jogo, Neto Baiano foi entrevistado e do alto de seu peso no elenco, Neto declarou que existiam jogadores no elenco que ‘não mereciam vestir a camisa do CRB’ e que ‘não tinham comprometimento’.

A declaração é forte e chega a soar como irresponsável. Neto Baiano teria dois outros caminhos. O primeiro era ‘espanar’ isto de maneira interna, cobrando daqueles que não mereciam vestir a camisa do CRB ou que não tinham comprometimento. Outro caminho – que colaboraria muito com o clube – era dar ‘nome aos bois’ e dizer claramente quais são os jogadores.

Como não fez nada disto, Neto soltou a bomba, jogou para a galera e bomba acaba atingindo todos os jogadores. Júnior Rocha, técnico do CRB, não se pronunciou sobre o assunto e disse de forma clara que o próprio jogador precisa ser responsabilizado pelo que fala e que o assunto deveria ser tratado de forma interna.

A direção do CRB não se pronunciou. Mas após uma declaração tão forte, principalmente no momento vivido, a direção deveria cobrar do jogador esclarecimentos públicos. Neto voltaria a imprensa e diria que estava de cabeça quente e não era aquilo que gostaria de dizer ou então revelaria os nomes.

O referenciado atacante está perdendo uma chance de contribuir muito com o CRB: revelando algo que - até que se prove ao contrário – a direção do CRB não sabe. Se souber e não tomou providência tem sido conivente com jogadores que estariam criando dificuldades para o clube.

Como Neto não é atacante de ‘perder oportunidades’ é esperado que esta oportunidade tenha uma finalização perfeita, como em muitas oportunidades, dentro de campo, ele faz como poucos.

O que aconteceu com a torcida do CSA?

 |  domingo, 15 abril 2018 00:00

Se em campo, o CSA fez uma ótima estreia, nas arquibancadas, a torcida azulina decepcionou. Os números precisos da estreia do CSA na Série B assustam:

Renda: R$ 90.725,00

Público Total: 6.626 torcedores

Público Pagante: 5.382

Não pagantes: 715

Crianças: 529

O público total de ontem contra o Goiás é inferior a muitos públicos pagantes de jogos pelo Alagoano contra o Murici, CEO, Dimensão Saúde. Com todo respeito, o torcedor azulino decepcionou.

Não costumo colocar a culpa no torcedor. Sempre entendo que o torcedor/consumidor é mal tratado, não tem conforto, não é ouvido e todos no futebol entendem apenas que ‘sábado, tem jogo, contamos com o torcedor’.

Não vi nenhum trabalho direcionado para levar o torcedor ao campo. Não se sabe se o problema foi o preço, o jogo pela TV, violência, falta de costume do jogo ser no sábado à tarde, mas é curioso que o azulino torceu, quis demais a Série B e no primeiro contato, decepcionou.

Tudo que sempre foi criticado, zoado, desmerecido na torcida do CRB, a torcida azulina fez na estreia da Série B. Vamos ver como será a sequência e tentar responder a pergunta feito no título do post:  o que aconteceu com a torcida do CSA?

Bons ventos para a largada do CRB na Série B

 |  quinta, 12 abril 2018 00:00

Após uma semana muito pesada após a perda do título alagoano para o CSA, o CRB começa a Série B do Campeonato Brasileiro com um novo rumo.

Mazola Júnior relacionou quatro jogadores oriundos das divisões da base para estar entre os vinte jogadores relacionados para a partida. O atacante Dudu é o mais ‘velho’ com 19 anos.

O zagueiro Renan e o volante Gabriel tem 18 anos. E o mais novo deles é o Erick de apenas 16 anos.

A importância destes quatro jogadores comporem os relacionados mostra um trabalho das divisões de base e projetar no mercado possíveis jogadores a serem negociados.

Este começo oportunizando a presença de jogadores das divisões de base é realmente animador e poderá recolocar o CRB no rumo de buscar seguir negociando pelo menos um jogador por temporada.

Se esta for uma linha a ser adotada pelo técnico Mazola Júnior e até mesmo pelo próprio clube, vejo um começo da Série B muito positivo, com uma visão de renovação, de diminuição de média de idade do time para a competição. Vejo isso como algo bem positivo. Tomara que estes ventos possam seguir ao longo da Série B.

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