Thiago Potiguar saiu por desempenho dentro ou fora de campo?

 |  segunda, 19 junho 2017 00:00

A direção do CSA aproveitou esta segunda-feira, primeiro dia de atividades na semana, para liberar três jogadores do elenco azulino.

O lateral esquerdo Rayro, o meia atacante Thiago Potiguar e o atacante Soares. Segundo o presidente Rafael Tenório houve um entendimento, percebeu-se que os jogadores não seriam aproveitados e o elenco já apresentava sinais de inchaço.

No entanto, o que me chama atenção é o desligamento de Thiago Potiguar. Nos dois últimos jogos, Potiguar foi usado em detrimento de jogadores com características de velocidade como Gustavinho.  Potiguar foi usado contra Remo e contra o Confiança. Será que o rendimento dele é inferior ao rendimento de Jonathan e Gustavinho, jogadores de velocidade e que atuam pelos lados? Ou o desligamento do jogadores está relacionado a aspectos extracampo?

A direção do CSA deverá saber a resposta. O técnico Ney da Mata falou na última coletiva que em dois jogos ou três jogos deveria apresentar o seu time, ou seja, uma formação que ele acredita que são os melhores e que podem render mais. Também disse que nunca cometeu injustiça dando a entender que em um curto período de tempo haveriam desligamentos.

 

Os primeiros foram desligados e parece que a avaliação já aconteceu. Se assim foi, apenas Potiguar teve chance nos jogos, os outros dois, nem isso. E o meia azulino entrou aos 26 minutos do tempo final e jogou ‘sua vida’ em 24 minutos. Não deu para continuar.

Teremos torcida única. Salve, salve! As instituições foram respeitadas

 |  sábado, 08 abril 2017 00:00

Sou contra a presença de torcida única nos estádios de futebol. Principalmente quando se fala de clássicos. Experimentaremos uma das mais desastrosas experiências já implementadas no futebol. Lamento profundamente que tenhamos chegado a este caminho.

Mas é preciso separar o assunto de torcida única com o cumprimento do acordo feito na sede do Tribunal de Justiça. Não cumprir este acordo seria simplesmente um afronte, um desrespeito as instituições do Estado de Alagoas.

O fórum para discutir o assunto seria a mesa de reunião onde um variado leque de autoridades se fizeram presentes. Se estivessem unidos, com argumentos concretos – e, não apenas com falácias, CSA e CRB teriam posto argumentos contrários ao Ministério Público, ao Tribunal de Justiça e as instituições de segurança do Estado.

É preciso lembrar aqui, sob o risco de cometermos injustiças, algumas situações pontuais. A primeira delas é que a Federação Alagoana de Futebol provocou a reunião por pura incapacidade – entendo, que devido a gravidade do assunto – de tomar um posicionamento. Portanto, como o futebol não decide os seus problemas, precisou recorrer à Justiça, mesmo que de forma informal, para que a mesma decidisse.

Segundo aspecto não podemos esquecer que ainda no ano passado, o Conselho de Segurança do Estado de Alagoas, órgão com vários assentos e que comtempla diversos setores, indicou que em 2017, os clássicos deveriam ser jogados com torcida única. Isto, pós- clima de consternação pelo ocorrido na final do Alagoano. O futebol não reagiu. Penso que entendeu que ‘isso é conversa. Não vingará. Como é que vamos jogar no Alagoano um clássico com torcida única?”. Mais uma vez pagaram pra ver.

A reação dos clubes foi lamentar e da pior forma possível. Rafael Tenório e Marcos Barbosa ameaçaram sequer jogar o Alagoano após receberem a punição pela Justiça Desportiva, aqui e no STJD. Ainda encontraram um ‘mecanismo’ para burlar a decisão e se deram mal.

Nós já vimos em outros momentos, o próprio CRB, através do seu presidente, defender e/ou fazer acordo, para termos torcida única. Jogos por competições nacionais e regionais já tiveram torcida única aqui e em Natal, por exemplo. Decisão esta, patrocinadas por dirigentes das duas equipes. “Aqui teremos apenas torcedor do CRB. Lá nossa torcida não vai”.

O terceiro – e, no meu modo de ver- contundente aspecto foi a reunião do Tribunal de Justiça que formulou um acordo informal – é verdade – mas uma acordo com a presença de tantas autoridades não poderia ser questionado. Ele teria que ser cumprido e que os clubes e a FAF criassem mecanismos para reverter aquela decisão.

O CSA se acomodou e decidiu cumprir. Rafael Tenório disse que no jogo com mando do CRB, o torcedor do CSA não iria ao jogo. A FAF se omitiu. Até mesmo quando o CRB pediu por ofício uma informação, a FAF afirmou que não havia qualquer que fosse a decisão judicial determinando torcida única. Não teve a coragem de alertar ao CRB que havia um acordo no TJ. Isso não é nem mencionado no documento. Por fim, o CRB concordou com a decisão de torcida única, dito por vários atores participantes da reunião, e depois contestou a legalidade jurídica da ata, alegou o Estatuto do Torcedores para justificar seus pedidos na Justiça, acionou o CSA, depois em outra petição, acionou a FAF, seu advogado deu entrevistas sem nexo, sem argumento nenhum e tomou 3 a 0 na briga das liminares.

Por fim se ninguém do futebol tem a capacidade de resolver seus problemas, de promover uma diálogo civilizado entre os seus mandatários, sem ninguém trabalhando um plano que pudesse convencer a Justiça e os órgãos de segurança que o clássico poderá – e, precisará, ter duas torcidas, de preferência com estádio completamente dividido.

Neste cenário, que o jogo seja –e, precisa, ser realizado com torcida única para o bem do respeito as instituições do Estado de Alagoas. A partir desta pancada, o que os clubes de forma racional irão fazer? Trocarem farpas nas redes sociais? Concederem entrevistas que não acrescentam em nada? Ou trabalhar juntos, um plano firme, argumentos concretos por duas torcidas no Estádio? O tempo irá dizer.

A oportunidade perdida sem o pé no acelerador

 |  quinta, 30 março 2017 00:00

Se fossemos traçar um paralelo com o MMA, o CSA partiu para a luta aberta, para trocar golpes com o CEO. Como tem mais qualidade, encaixou golpes certeiros, mas baixou a guarda e sofreu alguns golpes que preocuparam.

Após decidir o jogo ainda no tempo inicial, o CSA desacelerou no tempo final. Diminuiu o ritmo e acabou prejudicando uma avaliação de jogadores em condições de um jogo normal.  Algumas situações do jogo de ontem servem para reflexão. Soares segue muito mal. É um jogador que simplesmente não consegue dar sequência no jogo. Toda vez que a bola chega no pé dele, a jogada é desperdiçada.

Vanger entrou e não mostrou nada. A dúvida é justamente o fato que quando o jogador veio para o jogo, o CSA desacelerou, diminuiu o ritmo e ai, a avaliação do jogador fica comprometida. Alex Henrique também entrou muito mal. Apesar de se empenhar, pressionar os homens da saída de bola do CEO, Alex segue ‘atrapalhado’ na função de ‘falso nove’.

 

Como resultado, a vitória sobre o CEO foi muito boa, até porque, na sequência serão dois clássicos. Mas como desempenho, o CSA poderia ter se exigido um pouco mais.

O CEO desmoronado é lamentável sob todos os pontos de vista

 |  quinta, 30 março 2017 00:00

Assistimos ontem no Estádio Rei Pelé um episódio dantesco proporcionado pelo CEO. Uma equipe profissional não pode cometer o erro de logística que o time de Olho D’Água das Flores apresentou.

Pelo  menos três jogadores do CEO passaram mal ao longo da partida. A explicação veio ao final do jogo: alimentação feita em quantidade e horário inasequados.

Eram 19h20 quando cheguei no Rei Pelé e os jogadores do CEO estavam voltando do jantar. Segundo a informação que tive, os jogadores se alimentaram – de maneira farta – com inhame, macaxeira, cuscuz, ovo, linguiça e salsicha. O resultado foi desastroso.

Além de passarem mal, o CEO não possuía um médico. Os jogadores que passaram mal precisaram ser atendidos pelo médico do CSA e por profissionais de saúde que estavam na ambulância que deu suporte a partida.

 

É preciso rever situações, avaliar conceitos e tentar ofertar a estes times uma situação de mais estrutura e se não for assim, que estas equipes – infelizmente – sejam proibidas de disputar competições até que entendam que sem estrutura não é possível jogar uma competição profissional da 1ª Divisão.

Encontramos um caminho

 |  sexta, 24 fevereiro 2017 00:00

Após o clássico de portões fechados no último domingo tive a curiosidade de conversar com o CEL. Neyvaldo, que comanda o Policiamento da Capital. A resposta à pergunta feita sobre o balanço do jogo me deixou pensativo: nenhuma ocorrência.

Nunca defendi medidas prejudiciais ao futebol, mas com a colocação do Comando do CPC tirei uma conclusão: encontramos um caminho, uma alternativa. Outras serão testadas e a próxima será um clássico com torcida única pela Copa do Nordeste.

Se o futebol não criar mecanismos para reagir, encontrando soluções concretas para a violência em pouco tempo teremos clássicos sem a presença do torcedor. Se este for o preço para a cidade, para a sociedade, para pessoas comuns terem paz em dia de grandes jogos, que assim seja.

Não aceito que uma pessoa que vista azul, atire, agrida, mate uma pessoa que vista vermelho porque ali se vê um inimigo. O vice-versa também é absolutamente verdadeiro.

Em dia de grandes jogos, nossa cidade é sitiada, monta-se uma verdadeira operação de guerra. Vejamos só. A cidade é cortada ao meio. Uma torcida anda por um lado da cidade, a outra vem por um lado contrário. São áreas demarcadas. Isto é estratégia de guerra.

Ônibus são apedrejados, destruídos. Antigamente em dia de jogos, a quantidade de ônibus era aumentada. Hoje se retira os ônibus das ruas. Comerciantes do centro, do Trapiche e de áreas próximas ao Rei Pelé já não aguentam o medo, a destruição de patrimônio particular a cada jogo. Se o time vence, destroem. Se o time perde, destroem.

Pessoas comuns tem medo de andar nas ruas, de pegar ônibus, evitam de circular nas proximidades do Rei Pelé com receio.

- Isso não tem a ver comingo. Vou de carro

Recentemente um filho de um conselheiro vinha do seu carro, sem película de proteção e ao ser visto com a camisa do CRB teve uma arma apontada em sua direção. Após o clássico da Copa do Nordeste, quase duas horas após o jogo, tivemos confusão na Fernandes Lima, na Jatiúca, na Ponte do Vale do Reginaldo, a cidade virou um pandemônio. Cenas que só era imaginada em filmes. Carros fazendo manobra e vindo pela contra-mão para fugir da selvageria envolvendo torcedores com paus e pedras nas mãos.

O futebol não é mais importante que nosso cotidiano, não é mais importante que a minha ou que a sua vida. Não é mais importante que a vida de um, amigo, um familiar ou que a vida de um desconhecido.

 

Não suportamos mais a violência a cada grande jogo e principalmente a cada clássico. Se o futebol não encontrar o caminho para solucionar a violência, que o próprio futebol pague, que tenhamos portões fechados mesmo em uma possível decisão de título. A sociedade, o cidadão comum não tem que pagar o preço por alguns insanos que perderam a total noção de civilidade e de convivência com diferentes.

Individualidade, estratégia, o “pulo do gato”, explicam vitórias de CSA e CRB

 |  quinta, 02 fevereiro 2017 00:00

O futebol atual deixou se ser apenas a capacidade técnica do jogador. A forma moderna de ver futebol alia a capacidade do jogador, a sua individualidade, aliada a fatores como qualidade física, poder de improvisação, confiança, estratégia de jogo, aplicação tática, capacidade do treinador ler o que acontece no jogo e traduzir rapidamente as observações tornando sua equipe funcional em campo.

Tudo isso foi visto ontem no desempenho do CSA e do CRB em mais uma ‘volta’ do Campeonato Alagoano. Ver tudo isso significa que tivemos dois grandes jogos? Não, de maneira nenhuma. Olhando com a visão do torcedor, tivemos no Rei Pelé um jogo cercado de uma briga tática por parte dos treinadores e em Coruripe apenas uma partida onde os jogadores mostraram determinação em busca do objetivo traçado.

Para chegar a vitória sobre o Santa Rita, o CRB precisou da individualidade do atacante Maílson, da presença decisiva do goleiro Juliano e da expertise do técnico Léo Condé, que quando acossado, pressionado pelo time cheio de qualidades e obediente taticamente ao que determinou o técnico Eduardo Neto, soube fazer a leitura correta, confiar em uma alternativa e ofertar condições para que ela acontecesse. Ao olho apenas ‘doente’, ‘envolvido’ e ‘apaixonado’ do torcedor, Condé fez uma burrice gigantesca ao tirar um meia-atacante para por um zagueiro.

-Agora é que vamos ser engolidos, gritou um. O outro torcedor já berrou– Esse ....tá pensando que o CRB é time pequeno? Ou ainda – já começou a fazer m....esse filho da .....

A responsabilidade de quem estuda futebol e comunica ao seu leitor, ouvinte, seguidor ou telespectador é traduzir aquilo que foi feito, mostrar a intenção e apontar que se der certo, funcionará ‘assim’ e se não der certo, o time vai sofrer ‘deste jeito’. O pulo do gato de Condé estancou a sangria que o CRB passava, oxigenou sua parte ofensiva com a liberação dos laterais e assegurou uma vitória construída com esta ação, com a individualidade de Maílson e com a frieza do goleiro Juliano.

 

Se passarmos para o lado do CSA. Canindé teve ousadia ao mudar por completo a sua equipe. Ele foi confiante no que o time ganharia com tantas mudanças, sem ser soberbo ou menosprezar seu adversário. Conhecer o seu grupo, ousar ao mexer tanto, faz parte da qualidade do técnico e acima de tudo de conhecer o que seus comandados podem fazer. Além de tudo isso, acreditar no poder de improvisação, pois o gol saiu de um lateral, que cruzou para outro lateral que estava na área, acreditando na dobra de laterais ou avançando na função como um meia de aproximação. O futebol é bonito por isto e justamente por ser bonito é que é apaixonante. Viva, CRB 2 x 0 Santa Rita! Viva, Coruripe 0 x 1 CSA! Viva o futebol!

A reflexão não é sobre o que aconteceu e sim sobre o prejuízo dos clubes

 |  sábado, 28 janeiro 2017 00:00

Não é resultado, é trabalho

 |  quinta, 05 janeiro 2017 00:00

Li muitas criticas em grupos de redes sociais sobre o Galinho que está jogando a Copa São Paulo de Juniores. As críticas estão diretamente ligadas a goleada sofrida para o Primavera - desconhecido? pelo menos para alguns - por 4 a 0, em jogo válido pela 2ª rodada do grupo A15.

Não vou dizer aqui que perder é bom. Nunca é bom perder. No entanto, divisões de base para um time de porte médio como o CRB - antes que me xinguem, é assim que somos vistos lá fora - o importante é o trabalho que vem sendo realizado.

Rigorosamente, o CRB tem um ano de trabalho com a ferramenta Centro de Treinamento. Frutos ainda irão surgir deste trabalho. Mas Maxwell e Luidy não são frutos do CT? Acho que não. O CRB na verdade lapidou os dois mas eles não surgiram desde de que começaram a jogar.

Na visão do futebol  como gestão ou negócio, as divisões de base estão voltadas para revelar, formar jogadores para negociação ou para as equipes profissional. Não tenho dúvidas que em um perído de médio a longo prazo, o Regatas deverá se tornar um clube formador.

Entendo que mais que avaliar o resultado na Copa São Paulo, o CRB precisará avaliar quantos jogadores do grupo que foi a competição em solo paulista, poderá vestir a camisa do clube nesta temporada, começar a transição de sair da base e ir para o profissional.

O trabalho na base precisa mudar conceitos e ser voltado para municiar o time profissional, colocando o nome do clube como formador de valores para clubes e centro maiores. Neste caminho, qualquer um, não somente o CRB, estará se fortalecendo no conceito de clube como um todo.

O que fizeram com o CRB?

 |  terça, 11 outubro 2016 00:00

As declarações corajosas do técnico Mazola Júnior trouxeram um momento já vivido em anos anteriores pelo CRB e as lembranças não são boas. A falta de comprometimento de alguns jogadores do elenco destroçou toda uma campanha brilhante que o Regatas traçou até o final do turno do Campeonato Brasileiro.

 

Sem ninguém confirmar oficialmente, o 'racha' no grupo foi um dos grandes responsáveis pela derrocada da equipe no returno da Série B.

 

Era o ano de 2012. Acompanhava o CRB por todo o Brasil então vestindo a camisa do Timaço da Gazeta. Na cobertura diária ainda na combalida, mas aconchegante Pajuçara, conversas de bastidores - e , nunca esperem que este tipo de assunto seja dito abertamente em público - davam conta que um grupo de jogadores tramava contra o técnico Roberto Fonseca.

 

A queda do treinador foi traçada no departamento médico do clube antecedendo a partida histórica contra o Joinville. O CRB fez um primeiro tempo pavoroso, irreconhecível, suspeito. No retorno para o segundo tempo, entrou um doido em campo. Ele se chamava Aloísio Chulapa. Mesmo com 3 a 0 contra, ele incendiou o jogo, puxou a torcida para o lado e os 'golpistas' ficaram com vergonha. O ambiente mudou, o CRB virou o jogo para um incrivel  4 a 3. Estava abortada a queda do treinador.

 

Não demorou muito e uma nova 'queda" foi preparada. Desta vez longe, distante do torcedor. Eu estava lá. Brinco de Ouro da Princesa e o CRB tomava 4 a 1 de um decadente Guarani. Foi um passeio. Foi quatro e poderia ter sido mais. Ao final do jogo, Roberto Fonseca, então técnico do CRB, subiu dos vestiários e disse que não tinha mais o que tirar daquele grupo. Eles haviam vencido. O técnico caiu e o resultado disto vocês já sabem. O CRB foi rebaixado para a Série C.

 

No final do ano, última entrevista de 2012, foi feita com o presidente Marcos Barbosa, após uma reunião do conselho arbitral na FAF. Barbosa admitiu em entrevista -  pela 1ª vez -  que problemas tinham acontecido. Na fala do presidente duas coisas chamaram a atenção. Primeiro que a realidade que se passava no clube tinha sido 'escondida' do mesmo em função do seu envolvimento com um processo politico. Segundo, que na boca do próprio presidente, alguns jogadores que teriam participado dos incidentes nunca mais jogariam com a camisa do CRB.

 

Pensei que aquele momento vivido em 2012 nunca mais se repetiria, pois dirigentes passam, técnicos passam, jogadores passam, mas o clube e paixão do torcedor não passam. Mas novamente problemas no grupo atrapalham uma caminhada do clube. Os novos capitulos virão em outro post.

Pág. 1 de 3