Um mau exemplo dado e uma teia de relacionamentos comprometidos

  • terça, 15 março 2016 00:00
Gustavo Feijó:péssimo exemplo Gustavo Feijó:péssimo exemplo

 

A partida entre Santa Rita e ASA pela 9ª rodada do Campeonato Alagoano poderia - ou deveria - ser apenas mais um jogo pela competição estadual. Mas um fato denunciado pelo lateral Chiquinho (ASA) trouxe á tona um fato desabonador na conduta de um personagem que deveria primar por outro comportamento.

 

O lateral alvinegro denunciou que  Gustavo Feijó, vice-presidente da Região Nordeste da Confederação Brasileira de Futebol - passou o jogo inteiro pressionando e xingando, inclusive com palavras de baixo calão, o assistente da partida, Wladson Michelângelo, integrante do quadro da FAF.

 

Feijó admitiu a pressão, mas justificou sua atitude foi feita como prefeito da cidade e que já havia sido prejudicado em outros jogos do Santa Rita e não admitiria ser novamente prejudicado.

 

A atitude de Feijó é inaceitável e absolutamente provinciana. Gustavo Feijó é um dirigente de porte e caráter nacional e não se consegue desvincular seu nome e suas funções.

 

O fato é mais grave justamente por Gustavo Feijó ter o nome que tem e possuir uma teia de poder e influência dentro da FAF. Feijó é pai de Felipe, atual presidente da FAF.  Como vice presidente da CBF, Feijó intimida os árbitros , que por sinal não relataram o ocorrido na súmula. A própria FAF não tomará providências por motivos óbvios.

 

Ainda resta o Tribunal de Justiça Desportiva. Qualquer procurador ou integrante do egrégio órgão poderá com o áudio do jogador Chiquinho e o do próprio Feijó poderá  promover a denúncia. Duvido que isso possa acontecer pela teia de poder e envolvimento. Mas seria um ótimo exemplo a ser dado para todo o país, partindo do futebol alagoano.

 

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